Friday, February 5, 2010

U! Who r u?

The imperial palms - or Roystonea oleracea - up to 35 meters. Originating in the West Indies, were brought to Brazil when the Royal Family of Portugal moved here and was until today one of the biggest attractions of the Botanical Garden founded by D. João VI, the Prince Regent.

As palmeiras imperiais - ou "Roystonea olearacea" - podem atingir 35 metros de altura. Originárias das Antilhas, foram trazidas para o Brasil quando a Família Real de Portugal mudou-se para cá, sendo, até hoje, um dos maiores atrativos do Jardim Botânico fundado por D. João VI, o Príncipe Regente.



Looking for a group of palms with these here makes you feel like Alice in Wonderland after eating the mushroom's left pocket. Or was it the right pocket? Well, never mind ...

Olhar para um grupo de palmeiras com estas aqui faz-nos parecer Alice no País das Maravilhas depois de comer o cogumelo do bolso esquerdo. Ou seria do bolso direito? Ora, deixa para lá...

2 comments:

  1. I'm so jealous, we have snow here and I'm wishing for some warm weather or someplace tropical at least! I love the angle!!

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Why?

Le véritable voyage de découverte ne consiste pas à chercher de nouveax paysages, mais à avoir de nouveaux yeux. (Marcel Proust)



[Click on the images to enlarge them.]


Here we are

Here we are

What time is it in Rio?

Compteur de visiteurs en lignes

What about the weather?

Who, where or when?

What?

We walk by the streets of our city and very often we don’t realize its images, which are there and which suddenly are not any more.

To photograph and glance is to guard images, impressions. It is also to re-discover the space where we live, our imaginary and scenario of our lives.

Our glance is not enough. It is necessary that others look what we see.

Andamos pelas ruas de nossa cidade e muitas vezes não percebemos suas imagens, que estão ali e que de repente não estão mais.

Fotografar e olhar é guardar imagens, impressões. É também redescobrir o espaço em que vivemos, nosso imaginário e cenário de nossas vidas.

Nosso olhar não basta. É preciso que outros olhem o que vemos.


Who see me?

To whom?

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