Tuesday, November 24, 2009

Navegar é preciso, viver não é preciso... (*)


This reproduction of one of the caravels of Pedro Alvares Cabral was made at the time of the celebrations of 500 years of the discovery of Brazil in 2000. Despite being very realistic, it never sailed. Today is exposed in the Maritime Museum, seen here behind the caravel.

Esta reprodução de uma das caravelas de Pedro Álvares Cabral foi feita para comemorar os 500 anos da Descoberta do Brasil, em 2000. Apesar de bastante realista, jamais navegou. Hoje, está exposta no Museu da Marinha, visto aqui por trás da caravela.





The most interesting here in this photo is the contrast between the caravel and the modern Brazilian Navy helicopter that can be seen on the pier.

O mais interessante aqui nesta foto é o contraste entre a caravela e o moderno helicóptero da Marinha brasileira, que pode ser visto no píer.


Here you can see replicas of some navigation instruments of those time.


Aqui, podem-se ver réplicas de alguns instrumentos de navegação daquela época.



(*) Navigating is necessary, to live is not ...

No comments:

Post a Comment

Thanks for your comment!

Related Posts with Thumbnails

Why?

Le véritable voyage de découverte ne consiste pas à chercher de nouveax paysages, mais à avoir de nouveaux yeux. (Marcel Proust)



[Click on the images to enlarge them.]


Here we are

Here we are

What time is it in Rio?

Compteur de visiteurs en lignes

What about the weather?

Who, where or when?

What?

We walk by the streets of our city and very often we don’t realize its images, which are there and which suddenly are not any more.

To photograph and glance is to guard images, impressions. It is also to re-discover the space where we live, our imaginary and scenario of our lives.

Our glance is not enough. It is necessary that others look what we see.

Andamos pelas ruas de nossa cidade e muitas vezes não percebemos suas imagens, que estão ali e que de repente não estão mais.

Fotografar e olhar é guardar imagens, impressões. É também redescobrir o espaço em que vivemos, nosso imaginário e cenário de nossas vidas.

Nosso olhar não basta. É preciso que outros olhem o que vemos.


Who see me?

To whom?

Bookmark and Share