Monday, October 5, 2009

Colonial Brazil




This house dates from the time of colonial Brazil, when the Prince D. João brought the court of Portugal. Part of the complex of the Botanical Garden, along with the gunpowder factory and plantation. Today it houses one of the administration of the Garden, and provides information to tourists and visitors.

Este casarão data do tempo do Brasil colonial, quando o Príncipe D. João trouxe a corte de Portugal. Faz parte do complexo do Jardim Botânico, juntamente com a fábrica de pólvora e o engenho. Hoje abriga escritórios da administração do Jardim, e é o centro de informações de turistas e visitantes
On the right, under the trees, you can see a structure of brown iron .
À direita, sob as árvores, é possível ver uma estrutura de ferro marrom.


It is a sun clock donated by the city's Planetarium, celebrating the 200 years the Botanical Gardens.

É um relógio de sol doado pelo Planetário da cidade, em comemoração aos 200 anos do Jardim Botânico.

BTW: Rio and the Christ Redeemer are arms open to recieve all the people of the world the World Soccer Cup and the Olympic Games! Come to Rio!
A propósito: o Rio e o Cristo Redentor estão de braços abertos para receber todos os povos do mundo para a Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos! Venha para o Rio!

No comments:

Post a Comment

Thanks for your comment!

Related Posts with Thumbnails

Why?

Le véritable voyage de découverte ne consiste pas à chercher de nouveax paysages, mais à avoir de nouveaux yeux. (Marcel Proust)



[Click on the images to enlarge them.]


Here we are

Here we are

What time is it in Rio?

Compteur de visiteurs en lignes

What about the weather?

Who, where or when?

What?

We walk by the streets of our city and very often we don’t realize its images, which are there and which suddenly are not any more.

To photograph and glance is to guard images, impressions. It is also to re-discover the space where we live, our imaginary and scenario of our lives.

Our glance is not enough. It is necessary that others look what we see.

Andamos pelas ruas de nossa cidade e muitas vezes não percebemos suas imagens, que estão ali e que de repente não estão mais.

Fotografar e olhar é guardar imagens, impressões. É também redescobrir o espaço em que vivemos, nosso imaginário e cenário de nossas vidas.

Nosso olhar não basta. É preciso que outros olhem o que vemos.


Who see me?

To whom?

Bookmark and Share