Thursday, August 27, 2009

Dress Tents

In the last weekend, when we went to the Caixa Cultural Center to see the exhibition of prize-winners of 2009 World Press Photo Contest, we are faced with a work at least unusual: one of the works of Robin Lasser and Adrienne Pao: The Dress Tents.

Na semana passada, quando fomos ao Centro Cultural da Caixa para ver a exposição dos premiados de 2009 do World Press Photo Contest, nos deparamos com um trabalho no mínimo inusitado: uma das obras de Robin Lasser e Adrienne Pao: os "Dress Tents".

Till 06 September, the Caixa Cultural Center will present the exhibition of the "Dress Tents": clothes that blend with the environment and environments that interfere with the clothes ... For more informations about this bizarre work, click here.

Até 06 de setembro, a Caixa Cultural Center vai apresentar a exposição "Dress Tents": roupas que combinam com o ambiente e os ambientes que interferem com a roupa ... Para mais informações sobre este trabalho bizarro, clique aqui.


  1. dress tents? I want to have one!

  2. Our 3 daughters would have fun playing in the first, top tent!

  3. Looks like a very interesting, funny exhibit. The red gingham pattern would probably attract very bear and insect within miles of a campsite.


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Le véritable voyage de découverte ne consiste pas à chercher de nouveax paysages, mais à avoir de nouveaux yeux. (Marcel Proust)

[Click on the images to enlarge them.]

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We walk by the streets of our city and very often we don’t realize its images, which are there and which suddenly are not any more.

To photograph and glance is to guard images, impressions. It is also to re-discover the space where we live, our imaginary and scenario of our lives.

Our glance is not enough. It is necessary that others look what we see.

Andamos pelas ruas de nossa cidade e muitas vezes não percebemos suas imagens, que estão ali e que de repente não estão mais.

Fotografar e olhar é guardar imagens, impressões. É também redescobrir o espaço em que vivemos, nosso imaginário e cenário de nossas vidas.

Nosso olhar não basta. É preciso que outros olhem o que vemos.

Who see me?

To whom?

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