Friday, May 22, 2009

Bubbles and foam for sale




Founded in 1870 by Portuguese Jose Antonio Coxito Granado, the company was born from a pharmacy - former Botica de Barros Franco - and was back at his beginning, customers like the emperor Dom Pedro II, the lawyer Rui Barbosa and the abolitionist José do Patrocínio.


Today "Granado" produces in Rio de Janeiro 1,5 million monthly unities of deodorants, talcum powders, liquid toilet soaps, between other products. Another factory in Belém, Pará, produces 6 million toilet soaps 100 % vegetable of the brand Granado and Phebo.


Fundada em 1870, pelo português José Antônio Coxito Granado, a empresa nasceu de uma farmácia - antiga Botica de Barros Franco - e teve, logo em seus primórdios, clientes como o imperador dom Pedro II, o jurista Rui Barbosa e o abolicionista José do Patrocínio.


Hoje a Granado produz no Rio de Janeiro 1,5 milhão de unidades mensais de desodorantes, talcos, sabonetes líquidos, entre outros produtos. De sua outra fábrica em Belém, no Pará, saem 6 milhões de sabonetes 100% vegetais das marcas Granado e Phebo.

3 comments:

  1. I like the VW van - is there many of them in Rio?

    ReplyDelete
  2. This old fashioned van doesnt exist here anymore, except the old one like these...

    ReplyDelete

Thanks for your comment!

Related Posts with Thumbnails

Why?

Le véritable voyage de découverte ne consiste pas à chercher de nouveax paysages, mais à avoir de nouveaux yeux. (Marcel Proust)



[Click on the images to enlarge them.]


Here we are

Here we are

What time is it in Rio?

Compteur de visiteurs en lignes

What about the weather?

Who, where or when?

What?

We walk by the streets of our city and very often we don’t realize its images, which are there and which suddenly are not any more.

To photograph and glance is to guard images, impressions. It is also to re-discover the space where we live, our imaginary and scenario of our lives.

Our glance is not enough. It is necessary that others look what we see.

Andamos pelas ruas de nossa cidade e muitas vezes não percebemos suas imagens, que estão ali e que de repente não estão mais.

Fotografar e olhar é guardar imagens, impressões. É também redescobrir o espaço em que vivemos, nosso imaginário e cenário de nossas vidas.

Nosso olhar não basta. É preciso que outros olhem o que vemos.


Who see me?

To whom?

Bookmark and Share